Diagnóstico, formação da liderança e comitê instalado em doze semanas.
Em 2025 a empresa contratou quatro licenças corporativas de IA. Nenhuma tem dono, meta ou medição. A conta soma R$ 380 mil por ano.
Cada área mantém a própria planilha e a própria verdade.
Prova de conceito sem dono, sem meta e sem orçamento.
Quem decide não entende o que está patrocinando.
dos participantes entregam um piloto em produção até o encerramento.
Saímos do programa com o comitê rodando e três pilotos aprovados pelo board.
A operação já roda a triagem de ordem de serviço com apoio de IA em quatro unidades, com ganho medido de 22% no tempo de resposta.
Entrevistas e leitura de dados.
Seis encontros com projeto aplicado.
Construção dentro da operação.
Comitê e política de uso.
Triagem de contratos, resumo de reunião, apoio ao comercial.
Previsão de demanda e roteirização, dependem de dado limpo.
Automação de relatório interno, baixo risco e baixo ganho.
Chatbot público sem base de conhecimento própria.
| Área | Piloto | Hoje | Meta |
|---|---|---|---|
| Comercial | Qualificação de lead | 3,4 | 4,0 |
| Operações | Triagem de ordem | 2,8 | 4,0 |
| Financeiro | Conciliação | 3,9 | 4,5 |
| Produto | Pesquisa de uso | 4,2 | 4,6 |
Escritas na primeira semana e revisadas a cada trimestre.
A licença expira. O ritual de decisão fica na empresa.
pilotos operando com indicador próprio e dono nomeado.
Em oito semanas a diretoria parou de discutir ferramenta e passou a discutir processo.
Quatro semanas, relatório e carteira priorizada.
Doze semanas, formação, pilotos e comitê instalado.
Comitê assistido por doze meses após o programa.
Piloto começa por caso que não depende de base histórica. A limpeza entra depois, com escopo próprio.
Encontros de duas horas, quinzenais, marcados no início.
Meta de uso semanal entra no indicador da área, não no de TI.